A floresta vale mais em pé: a economia que poucos enxergam
Derrubar parece lucrativo no curto prazo, mas a floresta preservada gera renda contínua. Veja a conta que muda a lógica.
A floresta vale mais em pé: a economia que poucos enxergam · imagem ilustrativa
A lógica que move o desmatamento é a do lucro rápido: derrubar, vender madeira e abrir pasto. No curto prazo, parece fazer sentido financeiro.
A conta de curto prazo
A conta muda quando se soma o valor da floresta preservada: produtos da sociobiodiversidade, serviços ambientais e o turismo sustentável geram renda contínua.
A renda da floresta em pé
Experiências de manejo e de cadeias produtivas da floresta mostram que dá para gerar emprego e renda sem derrubar, com retorno que se mantém ano após ano.
O que falta
Falta política que torne a floresta em pé mais rentável que a derrubada, com crédito, assistência técnica e mercado para quem escolhe conservar.