Meio Ambiente

A floresta vale mais em pé: a economia que poucos enxergam

Derrubar parece lucrativo no curto prazo, mas a floresta preservada gera renda contínua. Veja a conta que muda a lógica.

Mariana Teixeira por Mariana Teixeira · Editora de reportagem · · 2 min de leitura
A floresta vale mais em pé: a economia que poucos enxergam

A floresta vale mais em pé: a economia que poucos enxergam · imagem ilustrativa

A lógica que move o desmatamento é a do lucro rápido: derrubar, vender madeira e abrir pasto. No curto prazo, parece fazer sentido financeiro.

A conta de curto prazo

A conta muda quando se soma o valor da floresta preservada: produtos da sociobiodiversidade, serviços ambientais e o turismo sustentável geram renda contínua.

A renda da floresta em pé

Experiências de manejo e de cadeias produtivas da floresta mostram que dá para gerar emprego e renda sem derrubar, com retorno que se mantém ano após ano.

O que falta

Falta política que torne a floresta em pé mais rentável que a derrubada, com crédito, assistência técnica e mercado para quem escolhe conservar.

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